Por razões cénico-musicais, desenhou-se com giz, no chão, um perímetro à volta da banda/palco, a partir do qual não se podia atravessar (no trespassing). Posteriormente, um indivíduo, concerteza possuído por espíritos Halloweenescos com queda para a arte contemporânea executada por crianças autistas de 2 meses, ia rabiscando também com giz riscos e linhas caóticas e desorganizadas no chão da sala do concerto. Por isso é que já dissemos que “é muito groove para vocês”, cuidem-se, que às vezes só dá medíocre resultado.
Alberto
Tete Plongeant